Brasil cai uma posição e encerra 2025 como a 11ª maior economia do mundo
País é ultrapassado pela Rússia e cai para a 11ª posição no ranking global de PIB da Austin Rating; Estados Unidos e China mantêm liderança isolada
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Após encerrar o ano de 2024 como a 10ª maior economia do mundo, o Brasil perdeu uma posição no ranking e ficou na 11ª colocação no ranking dos países por Produto Interno Bruto (PIB). Os dados são da agência de risco Austing Rating.
O Brasil foi ultrapassado pela Rússia, que registrou um PIB de US$ 2,541 trilhões e alcançou a nona posição do ranking. A liderança spermaneceu com os Estados Unidos, que registraram US$ 30,615 trilhões.
O PIB brasileiro foi de US$ 2,27 trilhões.
Veja o ranking das maiores economias do mundo em 2025
| # | País | PIB (US$ trilhões ) |
| 1º | Estados Unidos | 30,62 |
| 2º | China | 19,46 |
| 3º | Alemanha | 5,02 |
| 4º | Japão | 4,22 |
| 5º | Índia | 4,12 |
| 6º | Reino Unido | 3,95 |
| 7º | França | 3,36 |
| 8º | Itália | 2,55 |
| 9º | Rússia | 2,54 |
| 10º | Canadá | 2,28 |
| 11º | Brasil | 2,27 |
| 12º | Espanha | 1,89 |
| 13º | México | 1,88 |
| 14º | Austrália | 1,84 |
| 15º | Coreia | 1,84 |
Brasil já foi 7ª maior economia do mundo
É o terceiro ano seguido em que o Brasil perde colocações no ranking das maiores economias do mundo. O país havia retornado a figurar entre as 10 primeiras colocadas no ano de 2023, quando figurou na 9ª posição.
Em 2024, apesar do crescimento de 3,4%, o país foi ultrapassado pelo Canadá no ranking e passou para a 10ª posição. Agora, com a suplantação pela Rússia, deixa definitivamente o grupo das 10 maiores.
As melhores posições alcançadas pelo Brasil ocorreram entre os anos de 2010 e 2014, quando o país apresentou o sétimo maior PIB entre as nações ranqueadas. Com a crise econômica iniciada em 2015, o país veio a sair definitivamente do top 10 em 2020, primeiro ano da pandemia de covid-19. Em 2022, aparecia na mesma posição na qual se encontra hoje, a 11ª.
Projeção para 2026
A Austing Rating projeta que o ranking não apresentará mudanças significativas, e o Brasil permanecerá na 11ª posição.
*Matéria publicada originalmente em IstoÉ Dinheiro, parceiro de B3 Bora Investir