Desemprego atingiu mínima histórica em 2025 em 19 estados e no DF; veja taxas
As menores taxas foram registradas em Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3%)
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Em 2025, o desemprego atingiu mínima histórica no Brasil, e 20 das 27 unidades da federação atingiram a menor taxa anual de desocupação da sua série histórica, divulgou nesta sexta-feira, 20, o IBGE.
Na análise por estados, as maiores taxas em 2025 foram registradas na Bahia (8,7%), Pernambuco (8,7%) e Piauí (9,3%). Já as menores ficaram com Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3%), de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).
As 20 unidades da federação que registraram a menor taxa anual de desocupação de sua série histórica foram: Bahia (8,7%), Amazonas (8,4%), Rio Grande do Norte (8,1%), Amapá (7,9%), Sergipe (7,9%), Distrito Federal (7,5%), Pará (6,8%), Maranhão (6,8%), Ceará (6,5%), Paraíba (6%), São Paulo (5,0%), Tocantins (4,7%), Minas Gerais (4,6%), Goiás (4,6%), Rio Grande do Sul (4%), Paraná (3,6%), Espírito Santo (3,3%), Mato Grosso do Sul (3%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso (2,2%).
A taxa anual de desemprego no país ficou em 5,6% em 2025, contra 6,6% em 2024. No quarto trimestre do ano passado, a taxa foi de 5,1%. Veja aqui o detalhamento da Pnad Contínua.
“A mínima histórica em 2025 decorre do dinamismo observado no mercado de trabalho, impulsionados pelo aumento do rendimento real. Contudo, a queda da desocupação mascara problemas estruturais: Norte e Nordeste mantêm informalidade e subutilização elevadas, evidenciando ocupações de baixa produtividade”, explica William Kratochwill, analista da pesquisa.
No quarto trimestre de 2025, o país tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais, o que representa uma queda de 19,6% em relação ao mesmo trimestre de 2024, quando 1,3 milhão de pessoas estavam nessa condição. O mesmo contingente de 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês, redução de 23,1% antes o mesmo trimestre de 2024, quando 1,4 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.
*Matéria publicada originalmente em IstoÉ Dinheiro, parceiro de B3 Bora Investir