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Mercados hoje: escalada da guerra no Oriente Médio e proposta de cessar-fogo guiam os investidores

Países envolvidos no conflito estudam uma proposta apresentada pelo Paquistão que prevê 45 dias de cessar-fogo

A semana começa, mais uma vez, com sinais que vão em direções opostas em relação ao conflito no Oriente Médio. Enquanto a guerra escala com as ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, as promessas de retaliação das lideranças iranianas e do recente assassinato do general Majid Khademi, chefe de inteligência da Guarda Revolucionária, os países envolvidos no conflito estudam uma proposta apresentada pelo Paquistão que prevê 45 dias de cessar-fogo.

A expectativa renovada por uma possível negociação traz algum alívio ao mercado, mas, como o prazo estabelecido por Trump para a abertura do Estreito de Ormuz termina na terça-feira (7) à noite, a tendência é os próximos dias sejam marcados ainda por um tensionamento entre EUA, Israel e Irã.

Enquanto o mercado acompanha os desdobramentos da guerra, o noticiário econômico não para. Nesta semana, aqui no Brasil, os principais destaques serão a divulgação da balança comercial de março na terça-feira (7) e do IPCA de março na sexta-feira (10).

Veja como foi o último fechamento do mercado

À véspera do feriado de Páscoa, a bolsa brasileira começou com aversão a risco por temores com mais uma escalada na guerra no Oriente Médio. No entanto, ao longo do dia se viu uma suavização da cautela, que fez o Ibovespa B3 fechar com valorização de 0,05%, aos 188.052,02 pontos na quinta-feira (2). 

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