Tesouro direto

Mulheres representam 34% entre os investidores do Tesouro Direto e 43% na renda fixa

Nos últimos cinco anos, o interesse das mulheres no Tesouro Direto avançou 92,4%

Um levantamento inédito elaborado pela B3 para o mês das mulheres mostra que cerca de 1,1 milhão das mulheres brasileiras possuem títulos do Tesouro Direto em suas carteiras de investimento, o que representa 34% dos quase 3,4 milhões de investidores neste produto.

Nos últimos cinco anos, o interesse das mulheres no Tesouro Direto avançou 92,4%, indicando a crescente busca de investidoras por instrumentos financeiros que ofereçam segurança e solidez. Atualmente, as investidoras detêm 31% dos quase R$ 220 bilhões em estoque de Tesouro Direto na bolsa (R$ 69 bilhões).

Quando consideramos os produtos de renda fixa – que incluem CDBs, RDBs, LCIs, LCAs, Letras Financeiras, debêntures, entre outros – as mulheres são cerca de 45,2 milhões, ou 43%, em um universo de 105,1 milhões de investidores. Segundo o levantamento, 37% delas possuem idades entre 25 e 39 anos, 29% possuem de 40 a 54 anos, 15% de 10 a 24 anos, 15% de 55 a 69 anos e 4% possuem 70 anos ou mais. Os dados são da plataforma de Indicadores de Investimentos, uma solução da B3, referentes ao mês de fevereiro de 2026.

O que é e como investir no Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um programa da Secretaria do Tesouro Nacional, operacionalizado por meio de uma parceria com a B3, que permite a pessoas físicas comprarem títulos públicos federais com um aporte inicial baixo. É considerado o investimento de menor risco no Brasil, ideal para objetivos de curto, médio e longo prazo, com alta liquidez e segurança garantida pelo governo federal. 

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