Confira as mudanças da 1ª prévia da carteira do Ibovespa B3 que entra em vigor em maio
Bolsa também divulga hoje a primeira prévia das novas carteiras de 36 índices, que vão vigorar a partir de maio
A primeira prévia da nova carteira do Ibovespa B3, principal indicador do desempenho das ações mais negociadas da Bolsa, que vai vigorar de 01/04/2026 a 15/04/2026, conta com 79 papéis de 76 empresas brasileiras (ações ordinárias, ON, e preferenciais, PN, de uma mesma companhia também podem integrar o indicador).
A prévia, com base no fechamento do pregão de 30/03/2026, registra as saídas das ações AXIA7 (AXIA ENERGIA PNC), CYRE4 (CYRELA REALT PN), IRBR3 (IRBBRASIL RE ON) e RENT4 (LOCALIZA PN).
Os cinco ativos com maior peso na composição do índice na primeira prévia são:
- Vale ON (11,571%)
- Petrobras PN (8,528%)
- Itaú Unibanco PN (8,418%)
- Petrobras ON (4,280%)
- Axia Energia ON (4,083%)
Prévia das carteiras dos índices B3
A composição das carteiras do Ibovespa B3 e dos demais índices de ações calculados pela bolsa do Brasil é revisada a cada quatro meses, em janeiro, maio e setembro, com a possibilidade de entrada e saída de empresas de acordo com a metodologia de cada índice.
Além da carteira oficial, a B3 divulga três prévias das carteiras, antes da divulgação da carteira definitiva, para que investidores e gestores de fundos, por exemplo, tenham previsibilidade quanto à necessidade de fazer ajustes no peso de cada papel em suas alocações:
– 1ª prévia: no primeiro pregão do último mês de vigência da carteira (01/04/2026);
– 2ª prévia: no pregão seguinte ao dia 15 do último mês de vigência da carteira (16/04/2026);
– 3ª prévia: cinco dias antes da vigência da carteira anterior (24/04/2026);
– Carteira definitiva (04/052026).
Clique nos arquivos abaixo e faça download:
Ibovespa B3
O Ibovespa B3 reúne os ativos com maior volume negociado no pregão da bolsa do Brasil e serve de referência para investimentos como os ETFs (Exchange Traded Fund), fundos de investimentos listados em bolsa que replicam o desempenho de um índice de referência, além dos futuros de Ibovespa e as opções sobre Ibovespa.
A porta de entrada, que vai definir se um papel será incluído ou não no índice, é a liquidez, ou seja, a capacidade que essa ação tem de ser comprada ou vendida rapidamente pelos investidores.
Com os índices, os investidores conseguem acompanhar o desempenho de carteiras formadas por ações de diferentes segmentos da economia, além de poderem diversificar seus investimentos por meio de produtos financeiros referenciados a esses índices.