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Mercado hoje: investidores miram cautela internacional e captação da poupança no Brasil

Dados dos estoques dos Estados Unidos, pela manhã, e da inflação chinesa, à noite, ficam no foco no exterior

Painel de cotação. Foto: Adobe Stock
Bolsa de valores: apresentação de arcabouço fiscal ao presidente Lula é monitorado pelos investidores. Foto: Adobe Stock

Dados dos estoques dos Estados Unidos, pela manhã, e da inflação chinesa, à noite, ficam no foco no exterior.

Na volta do feriado de 7 de Setembro, o investidor mira a cautela internacional, enquanto avalia a atividade por meio do fluxo em estradas com pedágio, bem como os números da captação da poupança divulgados pelo Banco Central.

No exterior

Persistentes preocupações com a desaceleração da economia chinesa e japonesa e, de outro lado, a força do mercado de trabalho americano deixam os investidores divididos nesta sexta-feira. Este quadro tente a dificultar o trabalho dos bancos centrais mundiais, sobretudo do Fed, em meio a defesas de novas altas dos juros por lá, dado que a inflação ainda incomoda.

O quadro é de maior cautela nos mercados de ações do ocidente, da Oceania e da Ásia, além de atingir algumas moedas, como a chinesa. Isso porque dados recentes indicaram queda firme nas exportações e importações da China. Hoje à noite, o país asiático divulgará números de inflação, que podem dar mais indícios sobre o ritmo do arrefecimento econômico.

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Os investidores também monitoram os sinais de tensões sino-americanas, às vésperas da Cúpula do G20, que acontece no fim de semana na Índia, onde o presidente chinês, Xi Jinping, será ausência notável. No Japão, o PIB do segundo trimestre reforçou um consumo mais fraco.

No Brasil

Na volta do feriado da Independência, os investidores locais terão poucas razões para otimismo. As preocupações com a desaceleração da China tendem a contaminar principalmente o Ibovespa.

Um eventual recuo do índice pode ser limitado pela alta do petróleo. Porém, o tema tende a pressionar mais a Petrobras para elevar os preços dos combustíveis. Em tese, isso seria favorável ao caixa da empresa, mas sabe-se que o assunto normalmente se esbarra em questões políticas, o que tende a gerar desconforto no mercado.

*Com informações da Agência Estado

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