Ibovespa B3 cede 0,36%, com possível volta das tarifas dos EUA ao Brasil; dólar fica em R$ 5,07
Veja como se comportaram o Ibovespa B3 e o dólar nesta quarta-feira (15) e o que movimentou os ativos
Os temores com novas tarifas de importação aos produtos brasileiros, impostas pelos EUA fez o Ibovespa B3 recuar no pregão de hoje. A principal referência do mercado acionário brasileiro respondeu aos temores dos impactos dos impostos e cedeu 0,36%, aos 176.010,90, nesta quarta-feira (15).
A expectativa, inclusive do governo brasileiro, é que sejam anunciadas tarifas de 25%. O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Sidônio Palmeira, disse ao Estadão/Broadcast que a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros deve ser anunciada pelos Estados Unidos na tarde desta quarta-feira, 15.
Sidônio disse ainda que é provável que o novo tarifaço venha com uma lista ampliada de exceções. Os produtos isentos seriam aqueles que impactariam na inflação dos EUA, com o aumento dos custos de importação.
No lado do doméstico, os investidores analisaram os dados do setor de serviços, que recuou 0,4% em maio, puxado pelo desempenho negativo dos transportes. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o setor cresceu 0,4%. De janeiro a maio, avançou 1,9% em relação ao mesmo período de 2025.
Ibovespa hoje
Neste cenário, o Ibovespa oscilou entre 176.662,60 pontos na máxima intradiária e 175.288,17 pontos na mínima do dia. O volume negociado na B3 foi de R$ 39,8 bilhões.
Dólar hoje
As movimentações econômicas e políticas deixaram o câmbio na estabilidade nesta quarta-feira. Assim, o dólar comercial variou +0,01%, a R$ 5,07.
Bolsas de Nova York
Nas bolsas de Nova York, dados fracos da economia local fizeram as ações subirem, com perspectivas de juros mais baixos. Assim, o S&P 500 subiu 0,38%, fechando em 7.572,59 pontos, enquanto o Nasdaq Composite teve alta de 0,62%, para 26.268,88 pontos. O Índice Dow Jones Industrial Average avançou 0,30%, para 52.663,80 pontos.