Mercados hoje: dados do mercado de trabalho e IGP-M estão no radar dos investidores
Mercado acompanha dados sobre emprego no Brasil e nos EUA
A agenda desta terça-feira (29) conta com indicadores que podem calibrar as expectativas para a atividade econômica e os juros no Brasil e nos Estados Unidos. Por aqui, os investidores acompanham dados sobre emprego e inflação, com a Pnad Contínua, o Caged e o IGP-M, também conhecido como a inflação do aluguel.
Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego ficou em 5,3% no trimestre encerrado em agosto deste ano. O número representa uma queda de 0,3 ponto percentual em comparação com os três meses encerrados em maio e em relação ao mesmo período de 2025.
Ainda hoje, os números do Caged serão divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) com o saldo de vagas com carteira assinada criadas em agosto, complementando a leitura sobre a força do emprego formal no Brasil.
Nesta manhã ainda foi divulgado também o IGP-M de setembro, indicador calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e utilizado em contratos de aluguel e reajustes de preços. O indicador teve um crescimento de 1,57% em setembro, revertendo a queda de 0,22% registrada em agosto. Com o resultado, o índice acumula alta de 3,45% no ano e de 3,34% nos últimos doze meses.
Já no exterior, o foco será o relatório JOLTS, que mostra o número de vagas de emprego abertas nos Estados Unidos. O indicador é uma das principais referências para avaliar as condições do mercado de trabalho americano e costuma influenciar as expectativas sobre as próximas decisões de juros do país.
Veja como foi o último fechamento do mercado
O Ibovespa B3 começou a última semana de setembro em tom de cautela, tanto vinda do exterior, quanto do cenário local. Nesta segunda-feira (28), a principal referência do mercado acionário brasileiro cedeu 0,26%, aos 182.991,13 pontos, mesmo com ações de petroleiras em alta. Já o dólar comercial subiu 0,85%, a R$ 5,22.