Mercado

Mercados hoje: negociações entre EUA e Irã ditam ritmo das bolsas

Além dos rumos da guerra, mercado acompanha divulgação de dados no Brasil e nos EUA

O noticiário sobre os rumos da guerra no Oriente Médio segue como foco dos mercados nesta terça-feira (14). Após um bloqueio naval por parte dos EUA no dia de ontem, que aumentou a cautela, afirmações de que os países voltaram a buscar um acordo deu sobrevida ao apetite a risco dos investidores.

O governo do Paquistão propôs sediar novas conversas em Islamabad antes do fim do cessar-fogo, após o encontro do fim de semana terminar sem acordo. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Teerã retomou contato, enquanto o vice-presidente JD Vance apontou avanços e disse que “a bola está com Teerã”.

Do lado macroeconômico, os investidores se atentam aos dados do PPI, o índice de preços ao produtor, dos EUA. Número da inflação norte-americana é relevante para análises do Federal Reserve na decisão de juros do país.

Do lado de cá, a agenda do dia traz o volume de serviços prestados no Brasil em fevereiro. O setor representa cerca de 70% do PIB brasileiro.

Veja como foi o último fechamento do mercado

No pregão desta segunda-feira, o Ibovespa B3 renovou seu recorde de fechamento, alcançando o patamar de 198 mil pontos pela primeira vez em história. A principal referência do mercado acionário brasileiro teve alta de 0,34%, aos 198.000,71 pontos, no pregão de ontem.

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