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Conheça os locais de gravação da série House of The Dragon

Série House of The Dragon é spin-off de Game of Thrones e aposta da HBO

Cidade de Cáceres, na Espanha
A cidade de Cáceres, na Espanha, também foi usada nas gravações de Game of Thrones. Foto: Adobe Stock.

Por João Paulo dos Santos

Depois do sucesso mundial de Game of Thrones, a HBO, enfim, lançou a série House of The Dragon (A Casa do Dragão), spin-off que conta a história da Casa Targaryen, um universo de fantasia que se passa a centenas de anos antes dos acontecimentos do primeiro show.

Grande aposta, House of The Dragon custou cerca de US$ 20 milhões por episódio na primeira temporada — que conta com dez episódios e já está renovada para a segunda temporada — e, assim como Game of Thrones, foi gravada em diversos lugares da Europa com cenários únicos, que dessem o ar medieval contada pela história. 

Conheça os principais locais de gravação de House of The Dragon (A Casa do Dragão):

La Calahorra, Granada, Espanha

Começando o nosso tour pelas cidades/sets de gravação da série, apresentamos La Calahorra, uma pequena cidade no sul da Espanha, na província de Granada. A cidade tem apenas cerca de mil habitantes e, segundo o jornal espanhol Ideal, teve a maior parte das gravações feitas a noite, onde puderam ser vistas explosões e chamas.

La Calahorra tem um dos primeiros castelos renascentistas construídos fora da Itália. Levantado entre os anos de 1509 e 1512, o Castelo de La Calahorra é hoje uma propriedade particular declarada Monumento Nacional da Espanha, mas pode ser conhecido entrando em contato com os donos do local.

Cáceres, Espanha

Seguindo pela Espanha, agora no leste do país, está a cidade de Cáceres, outra locação das gravações de House of The Dragon. Localizada na região da Extremadura, e com população de 96 mil habitantes, Cáceres também foi usada nas gravações de Game of Thrones, principalmente na 7ª temporada.

A cidade tem estilo medieval e sua arquitetura é uma mistura de estilos renascentistas islâmicos, romanos e italianos, onde não se perde a sensação de caminhar por séculos passados.

Cidade de Cáceres, no leste da Espanha. Foto: Adobe Stock

Trujillo, Espanha

Do lado de Cáceres, numa distância de apenas 45km, está a cidade de Trujillo, de apenas 8 mil habitantes, um lugar com impressionantes castelos medievais. O município tem arquitetura dos séculos XV e XVI, com diversos locais em volta da Plaza Mayor.

Lá também é possível visitar o Castelo de Trujillo, que foi construído pelos árabes na segunda metade do século IX. Outro lugar interessante da cidade é o Palácio de Juan Pizarro de Orellana, onde se hospedou Miguel de Cervantes, o autor da obra mais célebre da literatura espanhola: Dom Quixote de la Mancha.

Cidade de Trujillo, Espanha
Trujillo, na Espanha. Foto: Adobe Stock

Monsanto, Portugal

Saindo da Espanha, mas não tão longe, está o vilarejo de Monsanto, em Portugal. Localizado no oeste lusitano, perto da divisa com o país vizinho, a cidade tem menos de mil habitantes.

De acordo com o jornal Independent, a equipe de House of the Dragon filmou no Castelo de Monsanto, que é uma construção medieval feita com granito.

Vilarejo de Monsanto, em Portugal
Vilarejo de Monsanto, em Portugal. Foto: Adobe Stock

Cornualha, Inglaterra

A Cornualha é um condado que fica no sudoeste da Inglaterra. Com uma boa parte de seu território no litoral, a região foi usada para as gravações do núcleo da Casa Velaryon na série.

A locação foi no castelo St. Michael’s Mount, construído no século XII, que agora é residência da família St. Aubyn. De acordo com o site do castelo, a família tem um contrato de arrendamento de 999 anos que lhes permite continuar morando no castelo e administrar o negócio de visitantes da propriedade.

CASTELO ST. MICHAEL’S MOUNT, NA INGLATERRA, USADO COMO SEDE DA CASA VELARYON
Castelo St. Michael’s Mount, na Inglaterra, usado como sede da Casa Velaryon. Foto: Adobe Stock

3 dicas para economizar e conhecer os lugares de gravação de House of The Dragon

Para conhecer os lugares da série House of The Dragon, algumas dicas para economizar na viagem são essenciais. Confira 3 pontos para ficar atento e possibilitar um passeio com menos custos:

1 – Tente fugir da alta temporada

Por mais difícil que seja conciliar as datas com as férias do trabalho ou com todos os membros da família, dê preferência para épocas com menor procura. Na Europa, os meses de março e abril são os considerados mais baratos.

Fique atento também ao dia da semana em que pretende embarcar ou desembarcar. Os preços das passagens costumam ficar mais baratos no meio da semana, como às quartas e quintas-feiras, por exemplo. Se tiver opção, sempre escolha fazer o contrafluxo.

2 – Torne-se um verdadeiro caça-descontos

Existem diversas opções de sites de busca de ofertas. Além disso, muitos desses sites contam com a possibilidade de cashback, pontos, descontos e formas de parcelamento variadas. Não tenha preguiça de procurar pela melhor oferta. Se tiver um programa de milhas, essa é a hora de aproveitá-lo ao máximo.

Essa busca vale para todos os itens da sua viagem, como a compra das passagens, reservas de hotel, ingressos de passeios e tudo o que você puder antecipar com desconto.

Aproveite para criar alertas de mudança de preços e não se esqueça de ficar de olho nos pop-ups do celular e e-mails recebidos. Quanto mais tempo você dedicar à busca, maiores as chances de poupar na hora de adquirir serviços.

3 – Invista em mobilidade alternativa

Três das cidades citadas de gravação da série estão na Espanha, ainda contando que Monsanto, em Portugal, não fica longe das cidades espanholas. Planeje qual seria a melhor maneira de se locomover entre esses pontos, seja alugando carro, indo de trem ou ônibus. 

Conheça as cidades a pé ou de bicicleta se for possível para você. Além de desvendar melhor os lugares e ter uma experiência muito próxima dos nativos, você poupa um valor considerável em aplicativos de transporte ou aluguel de carro.

Para distâncias muito longas ou momentos em que você não poderá se deslocar dessa forma, busque roteiros que utilizam transporte público. A maioria das cidades têm ônibus que ligam o centro a pontos turísticos por um preço muito abaixo do oferecido pelo Uber, por exemplo.

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