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Mercado financeiro hoje: dados do varejo nacional e da produção industrial americana

Haverá ainda hoje os resultados da pesquisa da Universidade de Michigan que apura o sentimento e as expectativas de inflação do consumidor americano

Carrinho de compras que simboliza a compulsão por compras
Cerca de 8% da população mundial tem algum nível de compulsão por compras, segundo a OMS

Por Redação B3 Bora Investir

A cinco dias das decisões de política monetária dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos, esta sexta-feira traz duas divulgações importantes para os investidores: dados das vendas do varejo de julho no Brasil e da produção industrial dos Estados Unidos.

Haverá ainda hoje os resultados da pesquisa da Universidade de Michigan que apura o sentimento e as expectativas de inflação do consumidor americano.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja para Havana, capital de Cuba, para participar da Cúpula do G77 + China, e amanhã embarca para Nova York para participar da 78ª Sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

+ Vendas no varejo: entenda o dado e quem ele influencia na B3

China, EUA e Rússia

A China guia o humor dos mercados internacionais nesta sexta-feira, com a decisão do banco central chinês, o PBoC (Banco Central da China), de cortar juros, e após uma série de indicadores mostrarem que a indústria e o varejo da China tiveram desempenho melhor do que o esperado em agosto. Por outro lado, as vendas de moradias caíram no acumulado de janeiro a agosto e os investimentos em ativos fixos avançaram menos do que se previa no mesmo período.

Ontem, o PBoC havia anunciado um corte na taxa de compulsório bancário, de 25 pontos-base, mas analistas da Capital Economics consideraram a medida insuficiente para estimular a demanda por crédito. Em reação ao PBoC e aos dados chineses os preços dos contratos futuros do petróleo atingiram os maiores níveis em dez meses mais cedo.

+ Inflação controlada: como os Bancos Centrais definem a taxa de juros?

O dólar cai ante euro e libra, mas futuros de Nova York e as bolsas europeias sobem, com investidores à espera dos dados dos EUA para ajustar apostas para os próximos passos do Fed. O CME Group apontava às 7h15, 97% de chance de manutenção dos Fed Funds na próxima semana na faixa de 5,25% a 5,50%; 64% para manutenção em novembro e 57% para dezembro.

Fica ainda no radar a decisão do BC russo, que elevou sua taxa básica de juros em 1 ponto porcentual, a 13% ao ano.

Mercado interno

O sinal positivo das bolsas no exterior e alta do petróleo podem dar algum fôlego ao Ibovespa.

O mercado também repercute a aprovação na Câmara do projeto de lei (PL) que trata do acordo feito pela União com os Estados para compensar perdas com a arrecadação do ICMS no ano passado. Foram 349 votos a favor, 68 contrários e duas abstenções no texto-base.

A proposta foi encaminhada ao Senado. No PL, há um dispositivo que abre brecha para o governo desembolsar valores menores para cumprir os gastos mínimos com a Saúde este ano.

+ O que é a meta contínua de inflação, que passa a ser perseguida pelo BC em 2025

Ontem, a bolsa de valores fechou o quarto pregão consecutivo em alta, impulsionada por dados do exterior e a inflação do setor de serviços medida pelo IBGE, que veio abaixo do esperado. O Ibovespa, índice de referência da B3 , encerrou o dia subindo 1,03%, aos 119.391 pontos.

*Informações da Agência Estado

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